Alex Escobar apresenta "Esporte Espetacular" durante férias de Ivan Moré



Ivan Moré saiu de férias na Globo, deixando para o Alex Escobar o seu lugar no "Esporte Espetacular".

Já a partir de domingo e pelas próximas três semanas, ele é quem irá formar dupla com Glenda Kozlowski.

Com informações da coluna de Flávio Ricco.

"Arena SBT" não resiste a fracasso de audiência e chega ao fim



Durou apenas quatro meses a última tentativa do SBT de ter um programa esportivo. Mistura de humorístico com revista semanal de esportes, o Arena SBT não volta mais ao ar nem para se despedir. O programa de sábado (19) passado foi o último. Na faixa da meia-noite do próximo sábado (26), o SBT exibirá o telebarraco Caso Encerrado - Proibido, um Casos de Família mais pesado produzido pela rede hispânica Telemundo, dos Estados Unidos.

Com um time de radialistas e comentaristas esportivos, mais o humorista Alexandre Porpetone e a apresentadora Lívia Andrade, os dois últimos escalados por Silvio Santos, o Arena SBT era a esperança da emissora de emplacar um formato esportivo.

Mas a público das noites de sábado não fez questão de prestigiar o programa. Logo na estreia, o Arena derrubou a média do SBT, em torno de cinco pontos, para três. Em abril, migrou das 23h para o início das madrugadas, mas o ibope não passou de quatro pontos.

A continuidade do Arena SBT após a Copa do Mundo era dúvida desde o princípio. Longe da disputa do segundo lugar com a Record, o programa teve seu fim confirmado.

Com informações do site Notícias da TV.

SBT estuda possibilidade de transmitir Olimpíada de 2016



Globo, Bandeirantes e Record já confirmam a transmissão da Olimpíada, em 2016, no Rio.

O SBT ainda não. A sua direção pretende estudar melhor o assunto, saber se será viável ou não. Ficará a cargo do departamento comercial a última palavra.

Ao contrário das suas concorrentes, o SBT há muito tempo está afastado do esporte e não tem em suas fileiras profissionais especializados para tal.

Será necessário contratar. O problema é o que fazer com esse pessoal depois que a Olimpíada terminar? São as questões em jogo.

TV Brasil e Jogos Paralímpicos

A TV Brasil decidiu que, dependendo do preço a ser cobrado, quer transmitir os Jogos Paralímpicos de 2016.

Com informações da coluna de Flávio Ricco e do blog Radar Online.

Galvão Bueno revela à Veja que desistiu da aposentadoria; confira a entrevista


Crédito: Rede Globo/Divulgação

Desde 1974, o Brasil ouve Galvão Bueno narrar a Copa do Mundo. Foram onze até hoje. E, se depender dele, outras virão. O locutor esportivo chegou a anunciar que não narraria mais Mundiais, mas mudou de ideia e acaba de renovar contrato com a Rede Globo até 2019. Nesta entrevista, ele diz que a derrota épica do Brasil para a Alemanha e a perda do hexa em casa não abalam a mística do país do futebol e que não pode ser acusado de elogiar demais — seja a seleção, o Felipão ou o Neymar. “As pessoas esquecem que estou lá para animar o espetáculo.” Galvão Bueno recebeu VEJA para a conversa que se segue pouco antes de embarcar para a Alemanha, onde vai narrar o Grande Prêmio de Fórmula 1 deste fim de semana.

Derrotado em casa, humilhado pela Alemanha e ultrapassado pela Argentina — o Brasil ainda pode ser chamado de o país do futebol? Não há dúvida de que a derrota para a Alemanha foi humilhante e que fomos ultrapassados pela Argentina. Mas a mística da seleção não sofre impacto. O mundo todo ainda nos ama e nos vê como o país do futebol por tudo o que fizemos nestes quase 100 anos, pela maneira com que sempre jogamos. Quem teve Garrincha e Pelé? O que precisa ser feito é uma revisão de valores, para que se possa retomar o caminho certo. Não se pode confundir o desempenho de um time com a riqueza de uma história.

A reação à derrota para a Alemanha por 7 a 1 foi exagerada? O apresentador Luciano Huck, seu colega, chegou a dizer que aquilo foi o nosso 11 de Setembro.
Houve reações exageradas, sim. No caso do Luciano, eu falei na hora para ele: “Pois é, Luciano, são coisas diferentes. Lá as consequências foram outras”. Mas quem não erra na vida? Já falei um monte de bobagem. Nas eliminatórias da Copa de 1990, eu me atrapalhei e narrei um gol errado. E comecei a dar desculpas. No dia seguinte, o Armando Nogueira (jornalista esportivo morto em 2010) me chamou e disse: “Você perdeu a maior chance da sua vida de ter sido simpático com o telespectador e reconhecer o seu erro em vez de ficar dando desculpas”. Daquele dia em diante, cada vez que erro, e sei que errei, reconheço e peço desculpas.

O senhor foi acusado de ter elogiado o técnico Luiz Felipe Scolari durante todo o torneio e passado a criticá-lo para valer só depois do 7 a 1. Isso foi um erro? Desde o primeiro jogo desta Copa, o Casagrande, o Ronaldo e eu sempre fizemos críticas à forma como a seleção estava jogando. Eu disse, em alguns momentos, que o trabalho do Felipão era coerente. Mas em momento algum elogiamos a seleção nem dissemos que era uma maravilha. Entre as muitas coisas que aprendi com o Armando Nogueira é que devemos elogiar sem bajular e criticar sem ofender. Eu pauto a minha vida com base nisso. Nunca fiz uma crítica que carregasse ofensa pessoal. E nunca fiquei babando ovo para ninguém.

Mas no jogo contra Camarões, quando o Ronaldo criticou a seleção, o senhor perguntou se ele não estava sendo “exigente demais”. Você não pode esquecer que eu também tenho o papel de animador da brincadeira. Sou um vendedor de emoções que anda no fio da navalha. De um lado, tem a emoção que você tem de vender e, do outro, a realidade dos fatos. Na Copa do Mundo, mesmo que o time não tenha feito uma grande partida, tem a festa, todo aquele envolvimento das pessoas. Mas em momento algum nós dissemos que a seleção jogou um grande futebol. O que eu disse foi: a comissão técnica tomou um caminho na Copa das Confederações e acertou em cheio. Persistiu nesse caminho na Copa do Mundo e o trabalho não funcionou. O erro, pareceu-me, foi a falta de humildade de reconhecer que a Alemanha era melhor. E acabar jogando com pouca cautela.

Os jogadores brasileiros choram demais? Nunca vi uma seleção que chorasse tanto. Criou-se um clima um pouco exagerado em cima desta Copa no Brasil. Acho que isso tem a ver com essa coisa do hino cantado a capela. Era emocionante mesmo. Nas primeiras vezes que ouvi, fiquei com lágrimas nos olhos. Mas não precisava ser algo levado a um nível tão extremo. Tenho minhas dúvidas se isso não abalou o emocional do time. Houve um exagero na contusão do Neymar também, aquela coisa meio fúnebre, de levar a camisa dele no jogo contra a Alemanha. Tinha visto isso na Copa das Confederações, quando morreu o jogador de Camarões, em 2003. Pode ter prejudicado também. Fala-se muito em time de guerreiros, grupo de guerreiros, mas futebol é um esporte. O Brasil criou a fama do futebol dele com arte, não com um time de guerreiros. É um momento de retomada desse caminho.

Foi a Copa das Copas? Esse termo “Copa das Copas” é fruto de um interesse político que não me interessa nem me agrada. Mas foi uma Copa especial, disputada com intensidade, como poucas vezes eu vi. Teve a Colômbia, os Estados Unidos, a Costa Rica... Foi uma Copa de superações. A de 1982 talvez tenha sido, de todas de que participei, a mais fantástica, pelo time que o Brasil tinha, pelo fato de ter sido batido pela Itália. Esta foi uma Copa de muita emoção. Não vou dizer que tenha sido a mais bela ou a mais técnica.

Agora virou moda dizer que o futebol brasileiro precisa mudar. Quais as mudanças necessárias, na sua opinião? No que diz respeito à seleção, acho que deve existir um gestor, um sujeito com experiência e conhecimento do futebol internacional, que saiba como se trabalha na França, na Itália, na Espanha, no Brasil. É alguém para se preocupar menos com o dia a dia e mais com os caminhos a ser seguidos. Na minha opinião, ninguém está mais bem preparado neste momento para assumir essa tarefa do que o (ex-jogador) Leonardo. É um sujeito que fala cinco idiomas, foi campeão na França e na Itália e tem formação de técnico e gestor.

E, para o técnico, concorda com a tese de que ele deveria ser um estrangeiro? Não sou dessa linha. Primeiro, devemos pensar no caminho a tomar. Veja bem, eu sou um narrador e não tenho de opinar sobre nome de técnico. Cito alguns nomes agora, mas apenas como detentores de certas características, como o perfil adequado para o momento. Como técnico, você tem o Tite, o Muricy, o Abel Braga, o Luxemburgo, grandes nomes do Brasil. Vamos enfrentar uma eliminatória duríssima, talvez a mais difícil do futebol brasileiro, e por isso esse trabalho tem de ser muito bem pensado.

Sem mudanças no comando da CBF, o senhor acha possível darmos um salto como deu a Alemanha a partir da derrota na Eurocopa de 2000? Tem um presidente eleito, não vejo como mudar. Isso é uma coisa muito complicada de discutir e de responder numa frase. Tivemos, todo mundo sabe, uma série de problemas na gestão do Ricardo Teixeira, que foi excessivamente longa e deixou sombras que o obrigaram a renunciar. Mas foi uma gestão com várias conquistas esportivas. Seria muito melhor que elas tivessem acontecido sem as sombras. Está respondido? Não tenho poder de decisão sobre a CBF, mas gostaria, sim, que ela se modernizasse e se modificasse.

Nas redes sociais, o senhor ganhou o apelido de “Neymarzete”. Acha que exagera nos elogios ao jogador? Cada um fala o que quer, mas eu não concordo. Acho até que em certos momentos critiquei excessivamente o Neymar. Casagrande e eu temos a tese de que ele deve prender a bola na área, porque lá não vão cair em cima dele. Quando o Neymar prende a bola lá atrás, toma pancada o tempo todo. Agora, ele é a nossa estrela, é quem mais brilhava, e as pessoas não podem esquecer que eu estou lá para animar o espetáculo, para vender emoções. E, para aqueles que dizem que exagero, gostaria que ouvissem narrações de locutores de outros países. Sou até contido.

A atuação do Ronaldo como comentarista na Copa foi bastante criticada. Como o senhor a avalia? Essa reação é absolutamente normal. Quando o Pelé começou a trabalhar com a gente, nos anos 80, as pessoas esperavam que ele pegasse o microfone e desse o show que dava como jogador. Com o Ronaldo é a mesma coisa. Ele foi um dos maiores atacantes da história do futebol mundial. Daí, as pessoas imaginam que, como comentarista, ele vai pegar o microfone e se sair como Frank Sinatra. Não é assim, são coisas diferentes. No início da Copa, ele foi, entre nós, o primeiro a criticar a seleção de forma mais incisiva.

E a Patricia Poeta, com quem o senhor fez dupla? Ela teve um papel difícil, substituir o que a Fátima Bernardes fez em Mundiais anteriores, quando conseguiu uma empatia forte com jogadores, telespectadores. Ela foi muitíssimo bem. Preparou-se intensamente para ter domínio sobre o assunto e conseguimos fazer um contraponto da notícia com a opinião. Por isso, inclusive, o nosso espaço no telejornal foi aumentando. Ontem fui lá dar um abraço no William Bonner, porque o editor-chefe do jornal, quem pagina o jornal, é ele. E o Bonner nos deu espaço, incentivou-nos o tempo todo.

O senhor está para lançar um livro de memórias... Nestes quarenta anos de carreira convivi com todos os grandes personagens do esporte brasileiro. Então, conto minhas histórias com Pelé, Ayrton Senna, Nelson Piquet, Fittipaldi, Rivellino, Zico.

O senhor vai revelar alguma coisa sobre esses jogadores famosos ou sobre o piloto Ayrton Senna que até hoje ninguém ficou sabendo? O Ayrton tinha aquela cara de bonzinho, mas era muito sacana. Ele tem duas comigo que não se faz. Uma vez, fomos embarcar para Miami e ele prendeu três cadeados nas passadeiras da minha calça, sem que eu percebesse. Evidentemente, eu fui barrado no raio X. E eu dizia: “Mas como vou tirar isso daqui se não tenho a chave?”. E o Ayrton falava para o americano do controle que estava me barrando: “Ele é maluco, não deixa esse louco entrar no avião”. A outra vez foi no avião para o Japão. Tirei o paletó e a camisa, fiquei de camiseta, e deixei lá. Quando fui me vestir, minha camisa estava sem gola, sem botão e sem punho, que ele tinha cortado. Desci num calor danado e todo tapado com o paletó, e o Ayrton dizia para o japonês da imigração: “Manda ele tirar o paletó que você vai perceber que ele não pode entrar no país porque é maluco”.

Um jornalista sueco disse que, em uma entrevista no começo do mês, o senhor teria afirmado que era tão famoso quanto Bono Vox. Acha mesmo isso? Não falei aquilo em hipótese alguma. Esse rapaz escreveu um livro. Eu concordei em dar uma longa entrevista a ele. Foi ele quem ficou impressionado com o assédio em torno de mim. Isso é uma coisa que veio dele. Nem li o livro ainda. Não sou idiota de falar isso, de me comparar com quem quer que seja do tamanho de um Bono Vox. Se tivesse dito isso que ele me atribui, eu mesmo seria o primeiro a me considerar um idiota total.

Em uma entrevista a VEJA em 2010, o senhor disse que a Copa de 2014 seria a sua última. Agora, renovou contrato com a TV Globo até 2019. Desistiu de se aposentar? O que eu disse foi que não me via fazendo outra Copa do Mundo fora do Brasil. E naquele momento não me via mesmo. Mas a vida é dinâmica. Não se esqueça de que nós tivemos uma mudança de gestão na Rede Globo, muito relacionada à minha área. Eu me sinto extremamente feliz hoje trabalhando. É um novo desafio. Fo­ram-me propostas coisas novas. Cheguei à conclusão de que é o que eu gosto de fazer, o que sei fazer, é onde eu realmente me realizo. E tem uma história de quarenta anos. Enquanto me sentir bem, com saúde e em condições de fazer o trabalho, e a Globo entender que eu sou importante nesse trabalho, vou ficar. Tenho contrato até depois da Copa de 2018. Então, respondendo à sua pergunta, voltei atrás, sim. Não tenho motivos para parar agora. Então, por que parar?

COM INFORMAÇÕES DA VEJA ONLINE.

Audiência do FOX Sports cresce 70% durante a Copa do Mundo



Ao todo, o mundial completou 32 dias, 32 seleções e 736 jogadores que defenderam suas seleções na Copa do Mundo da FIFA de 2014. O FOX Sports acompanhou a grandiosidade do evento, transmitiu todos os jogos ao vivo, e trouxe novidades e números para a cobertura do Mundial.

Desde de seu lançamento, o FOX Sports está consolidado em 2° lugar* entre os canais esportivos de payTV. No primeiro semestre desse ano, entre maio e junho, o FOX Sports cresceu 70% em seu principal target**, e no período da Copa 22 jogos alcançaram a vice-liderança absoluta. Mais de 9 milhões de telespectadores*** ficaram ligados na tela do FOX Sports durante a Copa do Mundo da FIFA 2014.
O canal realizou mais de 780 horas de transmissões ao vivo, colocou três novos programas no ar dedicados especialmente para o Mundial: "Bom Dia", "Boa Tarde" e "Boa Noite", que foram ao ar desde o dia 26 de maio até 13 de julho, e juntos, os três programas receberam 122 convidados. O "Boa Tarde" foi o primeiro programa a ser transmitido ao vivo do IBC.

Com todos os destaques da competição, Paulo Roberto Falcão fez sua estreia como apresentador e levou ao estúdio do "Boa Noite" 43 convidados, entre eles, nomes conhecidos e consagrados do universo esportivo como: os treinadores Tite e Levir Culpi, os ex-jogadores Zico, Dadá Maravilha, Juninho Paulista e o búlgaro Hirsto Stoichkov, e também os jogadores, Rafinha, que joga pelo Bayern de Munique, da Alemanha, e Philippe Coutinho, que atua pelo Liverpool, da Inglaterra. Além disso, o programa Central FOX foi reformulado, e José Ilan e Marina Ferrari levaram todos os detalhes, de dentro e fora do campo, para a versão especial "Central FOX Mundial".

Com mais de 300 profissionais envolvidos na cobertura, o canal enviou para cada uma das 12 cidades sedes do evento uma equipe especial, contou também com a novidade da "tela em L", informação, interatividade e agilidade em uma só tela, com todo o conteúdo produzido pela redação do canal. O estúdio móvel, com participação de Ricardo Martins e Letícia Wiermann, também foi destaque na cobertura, com roteiro itinerante o estúdio percorreu pelas maiores cidades sedes do evento, São Paulo e Rio de Janeiro.

O canal FOX Sports 2 inovou com sua transmissão cômica. Paulo Bonfá comandou o time de narradores e comentaristas que realizaram as narrações de forma irreverente e informal, levando aos telespectadores risadas e informação. O segundo canal recebeu mais de 100 convidados, a grande maioria do universo da comédia como Fábio Rabin, Rafael Cortez, Danilo Gentili e o apresentador Roberto Justus.
Os dois canais levaram, juntos, para o telespectador mais de 870 horas de transmissão ao vivo, 230 convidados em sua programação e ousou ao inovar nas transmissões. Os canais FOX Sports dedicaram toda sua programação para a melhor cobertura da Copa do Mundo da FIFA 2014 mantendo a vice-liderança entre os canais esportivos do Brasil!

Com informações da assessoria de imprensa do FOX Sports.

Globo marca apenas 14 pontos em SP com Vitória x Corinthians



O empate com o Vitória em 0 a 0 apresentou a pior audiência do Corinthians no Campeonato Brasileiro 2014. Segundo o Ibope, foram 20 pontos e 42% de participação na soma das duas emissoras que o televisionaram. A Globo anotou 14 pontos (30% de share), enquanto a Bandeirantes, seis (12% de share).

Todas as outras partidas transmitidas do clube paulista haviam obtido índices superiores. O empate com o Atlético-MG em 0 a 0 registrou 21 pontos (47% de share). Já o empate com o São Paulo em 1 a 1 (53% de share) e a derrota para o Figueirense por 1 a 0 (49% de share) cravaram 25 cada. Por fim, a vitória sobre o Sport Recife por 4 a 1 anotou 23 (42% de share).

De quebra, o Corinthians viu seus números serem idênticos aos do arquirrival Palmeiras, dono da pior média de audiência entre os paulistas. A equipe do Parque Antarctica teve apenas dois jogos transmitidos: derrota para o Flamengo por 4 a 2 (40% de share) e empate com o Grêmio em 0 a 0 (37% de share). Em ambos, marcou os mesmos 20 pontos.

Realizado no último domingo (20), no estádio do Barradão, em Salvador, o empate entre Corinthians e Vitória levou a Globo à liderança no horário (16 às 18h), seguida por Record e SBT, com oito pontos cada. Por sua vez, a Bandeirantes ocupou apenas a quarta colocação nesta faixa.

De acordo com a pontuação do Ibope, cada ponto é equivalente a 61.952 domicílios sintonizados. Os dados de medição compreendem apenas a audiência da região metropolitana de São Paulo, referência para o mercado publicitário.

Com informações do site Máquina do Esporte.

Ricardo Rocha pretende seguir a carreira de comentarista



Ricardo Rocha adorou a experiência de ser comentarista no SporTV durante a Copa do Mundo e pelo jeito a emissora também gostou do desempenho do ex-zagueiro da seleção brasileira. Ele conta que recebeu proposta para continuar e situação deve ser definida na próxima semana. Empolgado, conta que se a negociação der certo vai fazer aulas de vídeo.

O ex-jogador revela que fez somente uma e ela ocorreu dois dias antes de estreiar na frente das câmeras. Em caso de a experiência virar emprego Ricardo Rocha também estará mais ambientado à rotina da televisão. O ritmo puxado foi uma surpresa. “Fiz a semi final em Brasília e cheguei no hotel às 22h. Acordei às 5h para fechar a conta, pegar o voo para o Rio e assim que cheguei, às 9h30, me colocaram num carro para eu já trabalhar na cobertura da final”.

Mesmo com o cotidiano frenético o ex-jogador achou ótimo ser comentarista. Conhecer pessoas de um meio novo ajudou a fazer da experiência algo positivo. Também contribuiu a recepção do público nos estádios, que acenavam, tiravam fotos e gritavam o nome do ex-zagueiro. Em Recife, cidade natal, a sensação foi especial.

Ele diz que estranhou os horários de chegada ao estádio, muito distintos dos tempos de boleiro. “As vezes o jogo começava às 17h e estávamos no gramado às 10h30 para fazer a primeira entrada ao vivo”. Com uma rotina tão longa Ricardo Rocha ficou dias sem aparecer em casa. Também não era possível manter o contato que gostaria com a família e a consequência deste período ausente apareceu no vídeo.

Durante um comentário em que fazia uma espécie de balanço da Copa, o ex-zagueiro chorou quando citou o filho Pedro Lucas de seis anos. “Fiquei fora de casa 17 dias. Cheguei em casa e meu filho queria me mostrar uma coisa. Cantou o hino com a mão no ombro (de outra pessoa) igual aos jogadores entrando em campo. Ele não sabia o hino e pediu para ensinarem só de ver as pessoas cantando a capela”.

Ricardo Rocha não sente qualquer embaraço ao falar do episódio. O ex-zagueiro conta que recebeu a orientação de ser ele mesmo. Ele participou de uma única sessão de 40 minutos com a fonoaudióloga em que ouviu dicas de como se portar na frente da câmera, o que fazer e o que não fazer.

Também foram exibidas imagens de aparições dele na televisão e indicações do que funcionava no vídeo. Das pessoas responsáveis pela contratação, ouviu algo que agradou muito. “Falei: serei eu mesmo e a resposta foi que era por este motivo que estavam me chamando”.

O ex-zagueiro é bastante grato a Edinho, antigo companheiro de seleção e que está a mais tempo na função de comentarista. Ricardo Rocha diz que recebeu muitas dicas isto ajudou na ambientação. Ele admite que estava nervoso na primeira aparição na televisão e não esquece os colegas da transmissão: Jader Rocha e Carlos Eduardo Lino. Feliz com o resultado, é possível que a Copa seja o primeiro passo de uma nova carreira.

Com informações do UOL Esporte.